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“Essa festa vai acabar”. Disse Bolsonaro sobre multas abusivas do IBAMA

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou neste sábado (1º) que é defensor do meio ambiente, mas não vai mais admitir o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) “sair multando a torto e a direito”. Bolsonaro disse que já foi alvo de multa ambiental em 2012, no valor de R$ 10 mil, e que está na iminência de ser inscrito na dívida ativa.

Operação policial combate extração ilegal de madeira na região, em maio desse ano (2018).

Ainda durante a campanha presidencial em Rondônia, ele já havia deixado claro seu posicionamento em relação às frequentes queixas de abuso de autoridade e o vício de multas do IBAMA.

Bolsonaro afirmou, ainda, que quer integrar o índio à sociedade. “O nosso projeto para o índio é fazê-lo igual a nós. Eles têm as mesmas necessidades de nós. Agora, não podemos admitir que, via Funai, o índio não possa ter o tratamento adequado. O índio quer médico, quer dentista, quer televisão, quer internet. Ele é igualzinho a nós”, disse o político.

OPINIÃO

Na verdade, com base em vivencia constante com a nua e crua realidade, acredito eu, que o desmatamento na Amazônia tem crescido agressivamente a cada minuto, com milhares e milhares árvores incineradas a cada verão amazônico. Porém, os governos, até aqui, ainda não compreenderam que a política de prevenção é mais eficaz que a política do combate. Enquanto atacam agressivamente o setor madeireiro e multam injustamente os pequenos agricultores, com o pretexto de combate ao desmatamento, não enxergam a devastação provocada pela pecuária, que poderia ser readequada com base em políticas preventivas de educação ambiental, com métodos conscientes de que é possível produzir e preservar, dentro da lei.

 

Com TODA CERTEZA, a exploração de madeira e a desvalorização profissional na região seria fortemente combatida com o fomento da industrialização dos distritos. Como por exemplo, hoje existem dois GRANDES empreendimentos (FRIGORÍFICOS) totalmente abandonados, onde  poderiam estar gerando cerca de 500 empregos diretos, nos distritos de Abunã e Extrema.

Outro exemplo NEGATIVO é a Lei de uso e ocupação do solo, de autoria do executivo municipal, a qual IMPEDE que grandes empresas e industrias de grande porte se instalem em nossos distritos, um verdadeiro pé no freio do necessário desenvolvimento da região.

A TÍTULO DE INFORMAÇÃO: Um empresário de Rio Branco-AC, está tentando ha mais de 5 meses abrir uma empresa com atividade industrial no distrito de Vista Alegre do Abunã, onde serão investidos aproximadamente R$ 25 milhões. Porém, a Lei citada acima está impedindo que esse empresário abra essa empresa, inviabilizando a injeção direta de cerca de 2 milhões de reais mensais na economia do distrito.

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